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As mulheres no mercado imobiliário

A história da inserção das mulheres no mercado de trabalho começou a se intensificar a partir da Revolução Industrial, com as fábricas contratando mulheres para reduzir as despesas com salário. Depois, na década de 1940, enquanto os homens iam para as frentes de batalha da Segunda Guerra Mundial, as mulheres ocuparam funções antes executadas por homens. Desde então, muita coisa aconteceu e hoje a participação das mulheres vem crescendo cada vez mais.


É bem verdade que, se antes da pandemia a taxa de participação de mulheres com filhos de até 10 anos no mercado de trabalho brasileiro era de 58,3%, hoje caiu para 50,6%. Mas diante da força e da resiliência da mulher, a tendência é que novas conquistas voltem a se consolidar. 


Por isso, neste mês em que comemoramos o Dia Internacional da Mulher, vamos olhar mais de perto a atuação das mulheres num mercado que nos interessa particularmente: o imobiliário.


Um começo nada fácil 


Pode até parecer brincadeira (de mau gosto), mas antes de 1958, o artigo 37 do Código Comercial Brasileiro (Lei nº 556, de 25 de junho de 1850) impedia que as mulheres atuassem como corretora de imóveis no país.  


Felizmente, a partir de março daquele ano, uma decisão do Tribunal de Justiça revogou esse artigo absurdo, permitindo que as mulheres começassem a exercer essa profissão no Brasil. Desde então, a mulher foi conquistando mais e mais espaços no setor imobiliário. 


Para você ter uma ideia dessa evolução, desde os anos 2000 até hoje o número de corretoras do sexo feminino aumentou aproximadamente 150%, segundo pesquisa do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci). Atualmente, segundo esse mesmo órgão, o sexo feminino representa 34% do total de profissionais legalmente registrados na área.


Por que a mulher se destaca no setor imobiliário


Após conquistar a possibilidade de atuar como corretora imobiliária, a mulher não parou mais e foi estendendo cada vez mais sua participação no setor. O mesmo estudo da Cofeci que mostrou a ascensão das mulheres na profissão apontou que sua atuação se estende para muitas outras áreas do mercado imobiliário. 


Hoje, além de exercer a corretagem, elas são proprietárias, investem na captação de clientes, assumem gerências. E, com seu perfil sempre visionário e combativo, têm se organizado para participar em entidades voltadas à defesa da categoria, como associações e sindicatos.


Disciplina, determinação, foco, capacidade de estar sempre atenta a detalhes são algumas das características que fizeram a mulher ganhar destaque em um mercado ainda dominado pelo sexo masculino. Mas é a empatia, um trunfo predominante feminino, que coloca a mulher em posição de vantagem em relação aos homens no setor da corretagem. Com sua capacidade de se colocar no lugar do outro, ela consegue perceber rapidamente o que o cliente quer e precisa e com isso alcança mais facilmente sucesso nos negócios.


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